Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
Semana 1
8 a 14 Outubro 2007
A partir de hoje e até às 00.00 horas de domingo 14, podem começar a publicar os vossos post com o respectivo link sob a forma de comentários neste post ou enviar por email
A opção de enviar apenas o link é válida mas tem o inconveniente de que o texto/post submetido fica menos visível aos visitantes deste blog – que basta ver no sitemeter, são aos milhares, só que enganam-se e vão parar ao Abrupto). O Arcebispo garante total respeito pelo direitos de autor(es).
Parte-se do princípio que todos os posts enviados são de autoria dos remetentes. Qualquer plágio é responsabilidade e vergonha de quem o faz porque eu não estou para andar a ver se as piadas foram roubadas a blogs brasileiros.
VÁ! Toca a escrever. O camisolame é catita e o destaque no Sapo é, acreditem ou não, a melhor divulgação que um blog pode trer em Portugal (querem um exemplo: meu “record” anterior ao Sapo: 420 visitas; record de visitas num só dia em destaque no Sapo: 3.500 visitas! Palavra de Arcebispo – dos que não mentem).
Lisboa colorida...
As ruas de Lisboas, as estações de metro e da CP estão mais coloridas. Estão coloridas com as centenas de folhas de papel dos jornais gratuitos Metro, Destak e Global que são deitadas para o chão depois de serem lidas. A juntar a isto temos a cor castanha do cócó de cão e a cor verde das cuspidelas de quem anda pela rua.
Lisboa arrisca-se a ganhar um prémio internacional como a capital mais colorida da Europa. Não podemos ambicionar chegar a número um mundial porque existem muitas cidades africanas, asiáticas e na américa central que conseguem estar à frente, mas a Europa dificilmente nos vai escapar. Nota-se pela cara dos turistas que olham para o chão, impressionados com tanta beleza e mistura de cores, que estamos no caminho certo. Eles ficam tristes quando voltam para os seus países e para as suas ruas sem cor, sem alegria.
Um turista espanhol, ao sair da estação de Cais do Sodré, disse mesmo, ao olhar para o chão, que era a primeira vez que via um exemplar tão perfeito de um Miró. Na mesma altura, dois turistas franceses, que fotografavam o monte de folhas de jornal diziam que não era um Miró mas um Matisse na fase inicial de carreira. No entanto, esta manhã, à saída do Metro na Baixa foi descoberto uma réplica perfeita de um trabalho de kandinsky só com jornais Destak e várias cuspidelas de alguns velhotes que por ali passaram.
http://lmfm.blogs.sapo.pt/
Aqui vai a minha obra de arte:
http://bonecatenebrosa.blogs.sapo.pt/48167.html
A revolta dos frustrados
É assim que chamo às praxes.
Poderia acabar já este post porque, de certa forma, já está tudo dito. Mas achei que devia tecer mais alguns comentários. Quando fui caloira, não fui particularmente massacrada pelos chamados veteranos ou, na minha interpretação, sujeitos que reconhecem as dificuldades inerentes ao mercado de trabalho e optam por acumular reprovações de modo a nunca abandonarem a faculdade, envelhecendo lá ao ponto de serem confundidos com professores catedráticos e sobrecarregando as famílias com o pagamento de propinas. Como tudo tem o seu lado positivo, conhecem a fundo o sistema de ensino e, em caso de ataque nuclear, sabem quais são os recantos da faculdade que mais se assemelham a bunkers para se esconderem.
Voltando à linha de raciocínio que interrompi, apenas fui apanhada uma vez e só não me recusei a ser praxada porque a praxe consistia apenas em ter a cara pintada e cantar a música que celebrizou o Calimero e a Abelha Maia. No entanto, quando tomei a iniciativa de abandonar o recinto e fui confrontada por uma criatura que dizia "olha que depois vais a tribunal de praxe", limitei-me a responder "está bem". A menos que tencionem vir-me buscar a casa agora que já estou licenciada, penso que me safei e nunca fui a tribunal nenhum...
Quando aparecem mais criaturas daquele tipo a falarem dos benefícios da praxe porque, dizem eles "facilita a integração", eu pergunto "até que ponto nos queremos integrar com aquela gente?". Não tive falta de amigos na faculdade, não conheci nenhum desses amigos durante a praxe e, tanto quanto sei, muitos nem sequer foram praxados. Não éramos considerados totós, não fomos rejeitados por ninguém. Aliás, se alguém me rejeitou sem que eu reparasse, desculpem lá a arrogância, mas essa pessoa é que ficou a perder.
No fundo, a praxe mantém-se porque uma quantidade de idiotas quer libertar as suas frustrações e outros idiotas não têm coragem para se afirmar, mesmo que às vezes sejam em número superior. E no meio disto tudo, vamos tendo casos de polícia que não chegam a lado nenhum e que ainda agravam mais os problemas causados às vítimas porque estas, no fundo, a partir do momento em que se matricularam, estavam a pedi-las...
Ora, considerando tudo isto, penso que o senhor primeiro-ministro faz muito bem em apostar nas novas oportunidades. Assim, quem desistir do curso porque não está para passar o primeiro ano a ser espancado, pode sempre voltar quando for mais velho e já ninguém achar que ele é caloiro. De qualquer modo, se a ideia é pagar o curso e ficar desempregado, se calhar mais vale desistir do curso e ficar inteiro...
Obrigada pela oportunidade.
De
herbívora a 13 de Outubro de 2007 às 18:11
Bem outro dia, estava eu na casa de banho a ler a biografia do Cristiano Ronaldo (no meu ver é cada coisa no seu sítio, a biografia do Cristiano Ronaldo está para a casa de banho como o Henrique Sá Pessoa está para a cozinha gourmet ).
E estava eu a puxar o autoclismo quando toca o telefone, lá tenho eu de lavar as mãos a correr, ir com as mãos molhadas e a apertar o cinto, quer dizer isto podia acontecer em casa, que não havia crise mas agora na casa de banho do Minipreço ...quer dizer um bocadinho chato não.
Lá consegui atender o telemóvel... e quem era? O meu grande amigo Manuel de Oliveira, que queria saber se eu estava disposta a entrar num filme dele para fazer o papel de um obesa mórbida. Eu fiquei um bocadinho ofendida e disse-lhe:
Manelinho , querido primeiro eu não sou actriz, e se entra-se num filme teu de certeza que nunca vinha a ser.
Segundo isso de fazer de obesa mórbida é um bocado ofensivo não achas? É que eu inda tinha de fazer dieta para entrar na porcaria do filme, nem penses! Se queres top models fala com a Valentina Torres que eu não tou pra isso!!!
[
Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]
Bem outro dia, estava eu na casa de banho a ler a biografia do Cristiano Ronaldo (no meu ver é cada coisa no seu sítio, a biografia do Cristiano Ronaldo está para a casa de banho como o Henrique Sá Pessoa está para a cozinha gourmet ). <BR><BR><BR><BR>E estava eu a puxar o autoclismo quando toca o telefone, lá tenho eu de lavar as mãos a correr, ir com as mãos molhadas e a apertar o cinto, quer dizer isto podia acontecer em casa, que não havia crise mas agora na casa de banho do Minipreço ...quer dizer um bocadinho chato não. <BR><BR><BR><BR>Lá consegui atender o telemóvel... e quem era? O meu grande amigo Manuel de Oliveira, que queria saber se eu estava disposta a entrar num filme dele para fazer o papel de um obesa mórbida. Eu fiquei um bocadinho ofendida e disse-lhe: <BR><BR>Manelinho , querido primeiro eu não sou actriz, e se entra-se num filme teu de certeza que nunca vinha a ser. <BR><BR>Segundo isso de fazer de obesa mórbida é um bocado ofensivo não achas? É que eu inda tinha de fazer dieta para entrar na porcaria do filme, nem penses! Se queres top models fala com a Valentina Torres que eu não tou pra isso!!! <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>by</A> : http :/ furiadotofu.blogs.sapo.pt
De
herbívora a 13 de Outubro de 2007 às 18:18
Bem outro dia, estava eu na casa de banho a ler a biografia do Cristiano Ronaldo (no meu ver é cada coisa no seu sítio, a biografia do Cristiano Ronaldo está para a casa de banho como o Henrique Sá Pessoa está para a cozinha gourmet).
E estava eu a puxar o autoclismo quando toca o telefone, lá tenho eu de lavar as mãos a correr, ir com as mãos molhadas e a apertar o cinto, quer dizer isto podia acontecer em casa, que não havia crise mas agora na casa de banho do Minipreço...quer dizer um bocadinho chato não.
Lá consegui atender o telemóvel... e quem era? O meu grande amigo Manuel de Oliveira, que queria saber se eu estava disposta a entrar num filme dele para fazer o papel de um obesa mórbida. Eu fiquei um bocadinho ofendida e disse-lhe:
-Manelinho, querido primeiro eu não sou actriz, e se entra-se num filme teu de certeza que nunca vinha a ser.
Segundo isso de fazer de obesa mórbida é um bocado ofensivo não achas? É que eu inda tinha de fazer dieta para entrar na porcaria do filme, nem penses! Se queres top models fala com a Valentina Torres que eu não tou pra isso!!!
De
herbívora a 13 de Outubro de 2007 às 18:19
o primeiro saiu mal... sorry
lOl
De
Gaja a 14 de Outubro de 2007 às 00:54
Comentar post