Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Não é muito animador mas pelo menos não é sobre futebol

 

Não percebo porque continuam a chamar ao 11 de Setembro (e Londres e Madrid) atentados. Eu acho que foram aconseguidos.
Hoje, a entidade, instituição, grupo, farsa, engodo, o que seja, a que se dá o nome de Bin Laden basta-lhe, personificado, ficar sentado na sua caverna a fumar xixa, para todos os dias fazer um atentado, na sua forma apresumido. Com a vantagem de que estes atentados de medo feitos saem baratíssimos ao senhor Laden. O preço altíssimo pagamos nós.
O objectivo maior não era destruir as torres gémeas ou sequer matar muita gente. O objectivo era pôr o mundo a viver assim, em prevenção e medo permanentes. E isso não foi atentado, foi aconseguido.
 
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publicado por joao moreira de sá às 07:58
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

Triste país Alegre

 

  

 

Seguindo uma certa lógica até ao limite, todos os portugueses deviam tornar-se obstetras ou professores. Porquê? Porque a experiência que nós temos quando acabamos a escola é nascer e andar na escola.
Porque a partir daí, tudo requer experiência. Emprego? Mínimo 3 anos de experiência na área. Política? Nada feito sem experiência governativa. Ora eu posso ter um pensamento pouco linear mas na minha estranha cabeça, para ter experiência seja no que for é preciso... começar. E isso para mim significa não ter à partida... experiência.
Este mal creio ser ainda uma herança do pré 25 de Abril a que chamo "Síndrome Manuel Alegre".
 
Para uma certa geração - que se admira e indigna porque os jovens estão desligados da política e de "Abril" (as aspas não são "daquelas", é só porque Abril sem aspas é só um mês, por muito que custe a muita gente aceitar, e aí reside o problema) - quem não tenha um passado anti-fascista, que não tenha lutado pela democracia, que não tenha sido, idealmente preso mas perseguido também serve, pela PIDE, não reúne condições para ser um democrata, não pode criticar ninguém, opiniões e actos, que tenha "combatido o fascismo". E nisso ninguém bate Manuel Alegre. Aparentemente ninguém que não tenha tido o seu problemazito com a PIDE está à altura de emitir uma opinião sobre a sua pessoa.
 
A mim esta atitude de superioridade irrita-me e causa-me uma sensação de impotência. Porque em 74 eu só tinha 6 anos e que não tenho sequer memória de ter visto um PIDE ao natural.
 
Chamo-lhe Síndrome Manuel Alegre porque ele fá-lo melhor que ninguém mas há ainda toda uma geração de que se esquece que qualquer portuguesa ou português com menos de, vá lá, 45 anos, não tem Experiência de luta anti-fascista por mera impossibilidade temporal, graças aos que eles fizeram, a Revolução de 25 de Abril de 1974. Só que essa revolução foi feita para nós, geração pós-Revolução possamos não ter que, passados mais de 30 anos, viver obcecados com o fantasma do fascismo. Porque graças a vocês, para nós ele não é um fantasma, pertence aos campos da história e museoleologia. Mas isso não pode fazer de nós cidadãos de segunda categoria. Tal como a falta de experiência não me devia excluir à partida de qualquer oportunidade na vida.
 
Pode não ser correcto dizê-lo mas creio que há uma geração a quem faltou, em 74-75, apoio psicológico para tratamento de stress pós-traumático. Porque enquanto "Abril" for uma obsessão, enquanto não for "passado", enquanto não se puder viver o "pós" sem complexos com o "antigo regime", enquanto ano após ano, a 25/4, em vez de festa houver um funeral, enquanto não for ultrapassado o Síndrome Manuel Alegre, não me parece que esta geração com menos de 45 anos consiga realmente viver "Abril". Talvez historicamente seja preciso passar mais uma geração?
 
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publicado por joao moreira de sá às 05:49
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Era nunca mais ninguem a comprar...

 

Nesta casa "estas" revistas não entram, mas se todos (os fans ou pessoas minimamente inteligentes) percebessem a gravidade DISTO, esta revista ia à falência por quebra abrupta de vendas... a partir do próximo numero.

 

 


publicado por joao moreira de sá às 09:25
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Adopte um cão

 
Por enquanto ainda não tem custos processuais.
 
 
(Isto às vezes é a sério, por 500 euros, por quê adoptar se se pode comprar? Esta é a - durissima - realidade e essa uma óptima maneira de a incentivar)
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:50
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

A terra a quem a trabalha

 
Crédito a quem o merece. Nunca, desde 74, um governo tinha conseguido efectivamente fazer sentir (ao de leve) aos que, com 40 ou menos anos não vivemos no pré-Abril, o que é viver num estado opressivo. Isto sim vem finalmente dar significado às celebrações anuais que se aproximam.
 
(o outro não começou também por endireitar as finanças e economias? Eu, se fosse o eng., começava a evitar cadeiras...).
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:12
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Ouvido ontem de manhã

 
"Os bombardeamentos a Bagdad começaram às 2.40 da manhã. A essa hora a Antena1 estava há duas horas em emissão especial para cobrir em directo o início da guerra".
 
Se a humanidade conseguir fazer ainda mais absurdo, aplaudirei.
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:30
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Todos os Timores são iguais mas alguns são mais iguais que outros

 
O Tibete é tão invadido como a invasão do nosso Timor
Mas o Tibete não é tão invadido como a invasão do nosso Timor
Porque o Tibete não foi invadido pelo país que invadiu o nosso Timor.
 
O Tibete tem grandes atrocidades
E perdura nele ainda,
Mesmo para aqueles que não vêem em tudo o que lá está,
A memória do genocidio.
 
O Tibete está na China
E o Tibete viu entrar a China assassina.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos admitem saber o que por lá se passa
E para onde vai
E donde ele vem.
 
E por isso, porque eu pertenço a essa menos gente,
Sou livre de me lembrar que é igual ao “meu” Timor”.
 
Pelo Tibete cala-se o Mundo.
Porque para além do Tibete há a China
E a fortuna daqueles que a encontram.
Nunca ninguém se importou com a Indonésia que havia além,
Matando o nosso Timor.
 
O passado em Timor não faz pensar em nada.
Quem está aos pés da China está só aos pés da China.
 
 
(adaptação livre de O Tejo é mais Belo de Alberto Caeiro)
 
 
Portugal, se as nações moral tivessem, devia ser o primeiro país a decretar um boicote oficial aos Jogos Olimpicos de Pequim. E pressionar a UE (e ONU) para que outros o fizessem. Mas, afinal, são apenas os Jogos Olimpicos, não é? E negócio são neg´cios, ainda se fosse desporto, onde há ideais...
 
 

publicado por joao moreira de sá às 07:46
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Salasócrates? Sócrazar?

 
Em que ano estamos? 2008 ou 1968?
 
Quem disse ao governo que me pode dizer em que zonas do corpo posso ou não colocar piercings?
Mas a Constituição já não me garante sequer o direito a mandar no meu corpo? Vão fazer o quê? Obrigar-me a mostrar a língua nas operações stop?
Para muitos isto pode não ser nada, mas, e se amanhã as mesmas luminárias decidirem que não se pode usar roupa preta? Ou que as mulheres não podem usar saias acima do joelho? É diferente? Só para quem não tem piercings.
 
Os cães. Quem vai ser prejudicado? Quem respeita a lei e tem os animais registados (no Clube Português de Canicultura são 5500, só há estes?). Os meus amigos das Pedralvas, da Brandoa, do Casal de S. Braz estão preocupados? Nem um bocadinho. E se amanhã acontecer com um Rafeiro Alentejano, um Cão de Fila de S. Miguel? Um Serra da Estrela (raça à qual se aplica a mesma lei na Suiça)? Acaba-se com a raça?
 
Mas eu estou. Eu acho mesmo que isto está a começar a ficar preocupante. É que eu habituei-me à liberdade e agora perde-la é uma chatice...
 
Mais preocupante ainda quando a consequência imediata das proibições é a ilegalidade, a clandestinidade, essa sim perigosa. Porque os piercings na lingua, os pitbulls, não vão desaparecer, vão é passar a ser feitos na clandestinidade, sem controlo, sem higiene... e aí sim serão perigosos, mas já o estado (que não merece maiuscula e não é por causa do acordo ortográfico) se terá demitido das suas funções.
 
Como é que eu faço para obter a cidadania holandesa, alguém me diz?
 
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publicado por joao moreira de sá às 20:57
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Alberto Gonçalves, sociólogo (ou um texto que eu não devia escrever porque estas coisas podem sair c

 
O nome acima creio que será reconhecido por poucas pessoas, à excepção de quem lê a ultima página da Sábado e dá por ele no DN. Alberto Gonçalves é uma daquelas pessoas que não se percebe bem por graça(s) de quê (quem) conseguiu o seu lugar entre os Colunistas, herdando na Sábado a ultima página deixada livre pelo - esse sim excelso - Ferreira Fernandes.
 
Alberto Gonçalves é culto, daquela cultura que não se tem de forma natural aos trinta e poucos anos a menos que se tenha abdicado de ter VIDA, o que parece ser o caso. Alberto Gonçalves é uma espécie de projecto de Pacheco Pereira mas sem a "bagagem" e "estaleca" deste. E é colunista, e é sociólogo.
 
Ora, se a ocupação de escriba é um inócuo erro de casting que se pode evitar simplesmente não o lendo, já o facto de ser sociólogo parece ser uma escolha errada numa pessoa tão preconceituosa e dogmática.
 
Alberto Golnçalves segue a "linha editorial" do mestre Pacheco: odiar e maldizer tudo o que seja main-stream, consensual ou pura e simplesmente diferente do seu juízo (final, como o próprio intitula). Como opinador está, obviamente, no seu pleno direito. Como sociólogo parece-me muito limitado...
 
Vem isto a propósito do artigo da página 122 da revista Sábado nº 200 - 28 de Fevereiro a 5 de Março, mais especificamente o "artigo" (opinião) de titulo "Este Cinema não é para adultos".
 
Abre o artigo mencionando um amigo que "se tornou gay" (tornou gay? ó senhor sociólogo, então tanta cultura não dá para mais que isto? mas enfim, uns tornam-se gay, outros tornam-se colunistas). E sobre o que fala o artigo? Os Óscares, onde ficamos a saber que "um toque de irreverência pessoal" no sagrado smoking masculino resulta em "contaminação" do mesmo. Daniel Day-Lewis que segundo Gonçalves recebeu o Óscar por "berrar durante duas horas" (não comento, não vi o filme mas não vejo o que tem o tom de voz que ver com a interpretação), recebeu blasfemo o prémio envergando "argolas de oito centímetros de perímetro nas orelhas", o que, obviamente, faz dele uma pessoa menor, deprezivel. Não sei bem a partir de quantos centímetros de perímetro de argola orelhal Gonçalves perde o respeito às pessoas, mas 8 milímetros é claramente demais.
 
Contudo se o caso de Daniel Day-Lewis é preocupante, como diz o próprio (Gonçalves, não o Lewis), "mesmo as senhoras não evitam o enxovalho". Exemplo? "a menina que assinou o Melhor Argumento possuía tantas tatuagens quanto os ferimentos de guerra de John McCain". Aparte me espantar o facto de o senhor saber exactamente quantos ferimentos de guerra tem John McCain (ou mesmo de saber quem é John McCain), o facto de possuir tatuagens, essa coisa do demo (disse eu, não o Alberto), não só enxovalha qualquer pessoa como a faz passar imediatamente de "senhora" e "menina". Porque, claro, uma "senhora" não usa tatuagens e mesmo que seja distinguida pela sua escrita (que, como se sabe é coisa que as tatuagens influenciam em larga escala) não é merecedora de qualquer respeito (por parte de quem escreve também, curioso) porque... tem enxovalhantes tatuagens.
 
Eu, caro sociólogo, há anos que faço tatuagens e nunca tinha reparado que isso me diminuía as minhas capacidades intelectuais (já que com o enxovalho convivo bem). Noto, por outro lado que o fascinio da comunicação escrita (podia chamar-lhe empolamento pessoal, mas somos diferentes) tende a toldar a análise do Sociólogo (aqui uso maiúscula por respeito aos demais Sociólogos).
 
Aprecio o sentido de humor de Alberto Gonçalves ao iniciar o terceiro parágrafo, após ter destilado homofobias e preconceitos com um um profundo "Não quero parecer superficial. O problema não é apenas estético". Se o "parecer superficial", parece-me surgir demasiado tarde no artigo, já aquele "apenas" me garante que para A.G, o valor de um actor, de uma guionista se medem - também - pelas suas opções estéticas e isso sim, caro, é muito, mas muito superficial. Demasiado para um sociólogo. Sobretudo quando no segundo artigo da dita página faz a sua declaração de interesses, no caso, ódios ao futebol, por claro, como o Mestre Pacheco, por via do elogio do programa Liga dos Últimos. Para quem não quer parecer superficial...
 
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(e eu, por causa de escrever estas coisas, lixo-me. Meto-me com que "não devo" e fecham-se as portas, mas sofro do mesmo problema do Alegre, não me apetece calar-me mesmo que isso me seja prejudicial)
 

publicado por joao moreira de sá às 08:02
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Tão bonzinhos e amiguinhos que eles são

 
A Austrália preocupa-se genuinamente com o P.O.V.O.* timorense.
 
(* Petróleo, Oleodutos, Viadutos e Obras públicas.)
 
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publicado por joao moreira de sá às 13:43
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Ó Costa, assim também não

Rua Afonso Lopes Vieira, Praceta José Lins do Rego. São zonas residenciais. Sem estacionamento, construído que foi à medida das necessidades de há 50 anos atrás.
 
É justo a Polícia Municipal vir bloquear e rebocar os carros dos moradores, que pelo facto de a zona, por ser residencial não ter parquímetros, não podem pedir cartão de morador para estacionamento?
 
É justo a EMEL responder à Junta de Freguesia que não põe parquimetros porque "a zona não dá lucro" mas depois vem a policia municipal e bloqueia?
 
Se a ideia é retirar carros à cidade, “atacar” os moradores talvez não seja um bom caminho…
 
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publicado por joao moreira de sá às 09:27
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Ó senhor da CIP

 
Porque é que a Arrábida não tem direito a um estudo? Para encurtar e poupar até se pedia logo ao LNEC.
É que quem já por teimosia ia errando uma vez pode, por teimosia, deixar passar um ou outro erro.
Ambos sabemos que o engenheiro faz birras e já se sabe que um puto com uma birra fica completamente irracional.
 
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publicado por joao moreira de sá às 06:31
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

Pesadelo

 
Esta noite tive um pesadelo horrível. Sonhei que era dono de uma grande empresa de construção civil e obras públicas e que o aeroporto não ia ser na Ota.
 
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publicado por joao moreira de sá às 07:56
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Opinião

 
Se Ricardo Araújo Pereira não aproveitar os seus nove sabáticos meses para escrever um romance considerarei processá-lo por crime de lesa humanidade.
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publicado por joao moreira de sá às 07:22
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Uma questão de visão

 
Não costumo ler a Visão. Gostava, de ler tudo e todas, mas é lixado tentar ser culto quando não se ganha dinheiro.
Mas afinal ainda bem que não leio a Visão. Porque agora assim lidas de modo intravenoso, as crónicas do Ricardo Araújo Pereira sabem mesmo quase a livro. O quase é só pelo datamento de alguns textos que não lhes desmentem as semanais publicações mas na parte que importa, o Livro, confirmo uma duvidazinha que me restava. É de facto um pequeno génio, para não me precipitar. Se no humor é excelente, na escrita é sublime, e é isso que eu queria que fosse.
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:20
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Opinião #81

 
Vai uma aposta?
Quanto tempo até ser proibido fumar a conduzir?
  
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publicado por joao moreira de sá às 07:13
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Opinião #79

Médicos pagos pela produtividade.
 
Sr. Ministro, como e em quanto valoriza as noites em não temos mulher e mãe em casa porque está 24 horas nos Cuidados Intensivos?
 
Quanto vale uma noite em branco para manter uma só (1) criança viva? Vale 5 cabeças partidas, 10 pés torcidos?
 
O Sr. Ministro alguma vez viu a série ER – Serviço de Urgência? Sabe que aquilo é muito, muito próximo da realidade? E há a versão pediátrica (não sei se as crianças, por serem mais pequenas, vão valer menos), onde, com a quantidade de médicos que os senhores autorizam, se mais que 4 crianças estiverem em estado critico, 2 médicos já são poucos para lutar por uma coisa que talvez se recorde o que é… não, não é um numero, é… vá lá, o senhor sabe… Vida! sobrevivência de um ser humano.
 
Fosse seu o filho naquela sala de Cuidados Intensivos, ou fosse sua a mulher que veria chegar a casa, ao fim de 24 horas (o que não é verdade, porque ao fim de 24 horas, ao contrário dos Pilotos de Aviação Comercial, que voam e descansam, os Camionistas, que conduzem e descansam, o médico ao fim de 24 horas de Banco… entra ao serviço. E que grande serviço que uma pessoa nessas condições deve conseguir pestar…), sem forças, “estourada” (mas a contar-me as peripécias por que passou para poder finalmente dizer aos pais que “aquela” criança iria sobreviver), o senhor ia perceber que isto não se valoriza por numero de “peças” despachadas.
 
Pagar “ao doente” é dar um preço ao que o não tem, a vida humana.
 
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publicado por joao moreira de sá às 06:29
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Expliquem-me como se eu fosse muito burro (se calhar sou)

 
Vamos pagar 5 cêntimos por cada saco de plástico nos supermercados. Em principio nada contra (desde que o dinheirinho não vá para reformas e popós novos), mas… sou eu que sou esquisito ou isto entra em contradição com aquela medida ASAEnse de impor copos, chávenas, colheres (pacotes de açúcar?) de plástico nas esplanadas?
 
Isto ainda é um país? Qualquer dia acontece-nos como a Plutão, somos “desclassificados”…
 
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publicado por joao moreira de sá às 11:37
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Opinião #69

 
Paulo Bento é um tipo inteligente. Isso a mim, basta-me. Mas nada de confusões, o meu clube de futebol é este (de hóquei é este).
 

publicado por joao moreira de sá às 08:46
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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Opinião #68

 
Dizem-me que não votando não posso reclamar. Discordo. Não voto como no livro do Saramago, na esperança de que um dia toda a gente tenha vergonha de chamar democracia ao dar poder a um imoral para gastar quase 200 mil euros em pópós novos com o dinheiro dos meus impostos, sem que eu nada possa fazer e consequência nenhuma lhe advenha de tal esbanjamento de dinheiros públicos e atentado à moral pública. Não esquecendo os dignos antecedentes macaístas do indigno ministro da (in)justiça.
Enquanto forem destes, eu não voto. Em autogestão safávamo-nos melhor.
 

publicado por joao moreira de sá às 09:17
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