*Exclusivo* @31daSarrafada + @arcebispo "Um Gravador para o Ricardo"
O 31 da Sarrafada + O Arcebispo aka João Moreira de Sá unem esforços para uma causa solidária: Dar um gravador ao deputado do PS, Ricardo Rodrigues.
Juntem-se a nós nesta causa! Por cada 2000 visualizações no YouTube ou 500 downloads do tema (que podem fazer no leitor abaixo) adicionaremos €5 ao fundo "Um Gravador para o Ricardo", até ao valor máximo de €30 que usaremos para comprar um gravador para oferecer a Ricardo Rodrigues. É só clicar.
Créditos Letra: João Moreira de Sá aka Arcebispo de Cantuária
Arranjos: 31 da Sarrafada
Voz: O Coiro do Sarrafada
Original de: Michael Jackson & Lionel Richie [um já morreu e o outro não se está sentir muito bem]
Chega um momento Em que a pressão aumenta E um pobre deputado já não aguenta
Querem entalá-lo Ooohhh assim não pode ser Tadito, é hora d'ajudar.
Não pode ser Cada um pior c'o outro Alguém tem que parar este massacre
Somos todos parte Duma grande família E na verdade Um gravador É tudo o que ele precisa
Um gravador Para o Ricardo Não tem que ser um aparelho Sofisticado Mas é especial Porque é digital É sarrafeiro mas é comprado, não é gamado.
Vem Junta-te a nós Para dar ao deputado, Uma coisa catita e bem bonita
Que vem sem perguntas, pelo povo ofertado E que não seja, da Revista Sabádo
Um gravador Para o Ricardo Não tem que ser um aparelho Sofisticado Mas é especial Porque é digital É sarrafeiro mas é comprado, não é gamado.
Adere à campanha Aqui do Sarrafada Se és jornalista não ligues É para o Rodrigues Tudo acaba bem, haverá paz no ar Sem ser precisa providência cautelar (Ou sequer surripiar)
Um gravador Para o Ricardo Não tem que ser um aparelho Sofisticado Mas é especial Porque é digital É sarrafeiro mas é comprado, não é gamado.
Maria Carvalho Silva - Jovem Fadista (19 anos) na sua apresentação no Museu da Carris - Canta "Fado Português" e "Búzios" Uma Carreira a seguir com Atenção!
E que bem que estes senhores soam ao vivo! achei eu e um São Jorge a transbordar de gente. pena as cadeiras que esta etno-folk-rockalhada chama à dança, ao pulo, ao mosh-pit (mas isso sou eu que tenho 42 anos, pelo que percebo os jovens de agora não vão aos concertos "curtir" mas sim fotografar, filmar, SMSsar o concerto em directo, podem ver e ouvir mas não sentem, sentam-se).
Jorge Cruz e B Fachada são grandes, muito grandes. e Diabo na Cruz vão ser... é ouvir que está ali coisa mesmo muito boa (CD "Virou").
MUSE @ Lisboa Pav. Atlântico, o inicio com o magnífico palco a abrir-se com a banda lá dentro a tocar sobre 3 plataformas (que depois ora desciam ao nível do palco, ora subiam para projectar iamgens ou trazer o piano do Matt Bellamy. E 18.000 almas aos pulos do principio ao fim. Adjectivos são poucos, delirante, emocionante, intenso... Perfeito!
Desculpem o vídeo, é tão amador quanto a artista, com a diferença de que o vídeo não tem qualidade. a artista sim, e como é minha prima, faço publicidade despoduradamente porque, familiaridades aparte, do pouco que como apreciador percebo de fado, acredito que a Maria só precisa de alguém que "pegue" nela. Não será por aqui, decerto, espero só que gostem. E divulguem, se for vos parecer apropriado.
Faça-se na blogosfera a justiça que se não fez ontem
Porque, como ela diz, ele não era de aparecer, não era de vedetismos, era de e para a música. Ali, no meio do "povo", nas Grandes Noites do Fado do Coliseu ou no Bairro Alto ou na nas Escadinhas da Bica.
Era, porém, só um músico. Que ia pouco à TV. E por isso a TV pouco ou nada falou dele. E de um legado de mais de 20 anos (sem celebrações que não mais música), dos Sitiados à Naifa, ao Megafone.
Ela citou-me e eu cito-a para lhe agradecer ter escrito por mim isto. Assim se faz aqui alguma justiça, de blogue em blogue. Longe dos holofotes, ocmo ele preferia.
Dedicado a quem não quer aqui música: Festival da Canção
Um música que se mantém viva, reconhecida agora em colectâneas dos 80's, que, gostos são gostos, é para mim a melhor música interpretada num Festival da Canção, no caso o de 1988.
O video é da "pré-selecção" com o pomposo nome de Prémio Nacional da Música, conforme se conta aqui.
A canção, de preferência ouvir só, não ver, é esta:
Uma mente delirante e não muito normal encerrada num corpo com 43 anos (embora um teste da Sábado diga que na realidade tenho 47... já estive mais longe, tenho que repetir o teste). Presentemente desempregado mas com boas perspectivas de conseguir vir a trabalhar num call-center. Escrevo porque não gosto lá muito de falar e como irresponsável que sou, acredito que um dia ainda irei conseguir ser pago para escrever, o que já vai demorando um bocado...
jmoreiradesa@gmail.com
Porque nem só de trocadilhos vive um Arcebispo:
Manjares do Arcebispo" (2ª edição disponível em paperback 11.35€ e e-book download 2,50€)