Sábado, 16 de Janeiro de 2010

Coisas d'hoje

 
Micro Cuts novos aqui: MicroCuts
 
Uma reflexão aqui: "E se fosse Lisboa"
 

publicado por joao moreira de sá às 10:45
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Sábado, 15 de Agosto de 2009

À A que há

 

Nem de propósito, isto:
 
"Venda de máscaras subiu 120 por cento no primeiro semestre"
 
depois de ter escrito sobre os media e a Gripe A (e não, não é a dizer mal).
 

publicado por joao moreira de sá às 10:47
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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Dúvidas...

 
As mulheres deixam de usar salto agulha quando perdem a linha?
 
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publicado por joao moreira de sá às 06:35
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Notas soltas (onde é que já ouvi isto?)

  

Portugal é uma espécie de Madoff disfarçado de país.
 
 
Algo me diz que o vencedor das eleições deste ano vai ser Saramago. Os políticos andam a ler o Ensaio sobre a Cegueira e nós o Ensaio sobre e Lucidez.
 
 
No fundo não interessa quem é o Provedor. Interessa quem o propõe, não é? Elegem-se políticos, saem crianças birrentas.
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:27
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

E não seria de a ASAE ir fazer uma visitinha a essa avó?

  

Sempre que vou a um restaurante coloco-me a mesma questão. Como é que uma avó consegue fazer tantos doces?
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:21
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

Do fim de semana

  

Luzinhas e decorações tolero. Folhetos na caixa de correio, pacífico, seguem para o lixo. Invasão súbita de anúncios na tv, lida-se bem, digo que sim a tudo o que os putos pedem. Ainda é tão cedo que até lá hão-de acertar ideias.
A única coisa que de facto receio e me perturba para lá do indizível são as músicas de Natal na rádio. Receio que esteja para começar o massacre que só terminará quando o ano se findar.
Porque as músicas de Natal sobrevivem ao próprio Natal. Porque há mais Natais que clássicos de Natal, de que já não aparece um desde Do They Know It's Christmas e Last Christmas dos Wham.
E todos os anos, a todas as horas, todas as rádios, passam as mesmas músicas, varia por vezes o intérprete. Uma e outra vez.
Quando ouvir a primeira já sei que a coisa despoletou, alastra e lá vou eu andar até 2009 a saltar de posto em posto à procura de uma música normal.
 
 
No único país onde não houve outro remédio senão referendar o Tratado de Lisboa os europeus da Irlanda rejeitaram o tratado. Em politiquês diz Luís Amado que o governo irlandês terá que resolver o problema que o seu país criou à União Europeia. Nunca lhes passa pela cabeça que seja a União Europeia a resolver os problemas que os cidadãos europeus têm com os tratados, a começar pelo facto de não os entenderem.
Assim sendo a solução não será nunca explicar o que é e para que serve o Tratado de Lisboa. Muito menos, claro, fazer um tratado que os viventes desta união entendam a considerem justo e necessário. A solução, como que todos querem é que agora Luís Amado verbalizou socraticamente é a que se adivinhava (e a que será). Têm que repetir o referendo (as vezes que forem necessárias?) até que os irlandeses digam SIM.
Por isso e só por isso - o Tratado não tem nada que ver com isto - espero e creio que o NÃO a um segundo referendo na Irlanda será ainda maior. Porque quando isso acontecer, e vai acontecer, será enfim a Europa dos 27 a falar a uma só voz, o Gaélico.
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:13
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Do fim de semana

  

O Fon Fon Fon de Hugo Chavez
 
"Se o petróleo está em baixa
Que se lixe os pobrezinhos".
 
Se eu tivesse uma coisa a brotar da terra, grátis, que de repente se valorizasse astronomicamente, eu também não ia querer deixar o preço baixar.
Só que talvez não fosse tão falso e hipócrita como a OPEP e o humanista Chavez.
 
Se Hugo Chavez fosse Hugo Chavez, ou se a Venezuela não tivesse petróleo, talvez alardeasse ao mundo o mesmo que eu penso, que o petróleo devia ser património da humanidade. Gerido por organismo de regulação de preços sério - logo não poderia estar sob a alçada da ONU - e não pertencer aos países que têm a sorte de o ter. Não é justo que o bem que mais influencia a vida da humanidade e que provém do planeta onde todos vivemos esteja sujeito a burocracias territoriais.
 
 
Ora cá está uma verdadeira dúvida económica
 
Comprei uma casa. Pedi x ao banco. Avaliaram a casa e lá se fez o negócio.
Vem depois a Câmara Municipal de Setúbal e diz que a casa vale y. Só que y é mais do que x. Y é curiosamente o valor mínimo para não ter direito a qualquer isenção de IMI. Se eu aceitar pagar o IMI sobre o valor atribuído - sem que ninguém tenha cá vindo ver a casa - pago uma taxa de 0,5% sobre y, se não aceitar pago 0,8% sobre x. Vai dar no mesmo.
Se amanhã eu quiser vender a casa e esta tiver desvalorizado o seu valor de mercado, presumo que a autarquia que a avaliou garanta o valor patrimonial que lhe atribuiu e sobre o qual pago imposto(s). Ou devolve-me o excesso?
Se o governo pode usar o meu dinheiro para garantir os bancos, não devia a autarquia garantir o valor que impõe ao munícipe?
Que responsabilidade tem ou terá uma autarquia? E se não tem não devia ter? Ou é só mesmo "sacar"?
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:05
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Do fim de semana

 
Petições
Ninguém lhes liga, na verdade, mas se os políticos quisessem realmente saber das preocupações, pretensões, vontades do povo, espreitar as petições que decorrem um pouco por toda a net seria um óptimo indicador.
Se é verdade que há muito lixo, brincadeira e criatividade, também existem as que de facto representam pretensões honestas e genuínas, pequenos e grandes temas que muitas das vezes se resolveriam, cumpririam sem grande dificuldade.
Não sei se se chama a isto Democracia Participativa, mas se não chama devia chamar.
Algumas autarquias, como as de Almada e Sesimbra, já implementaram o Orçamento Participativo, onde o cidadão dá notícia aos autarcas dos problemas da vida real e passadeira aqui, paragem de autocarro ali, banco de jardim acolá se vão cumprindo alguns desejos da população.
Infelizmente os nossos parlamentares até as Petições que por número de assinaturas estão obrigados a apreciar, não apreciam, depreciam. Não deviam.
 
 
Não suporto
Se os Santos e Pecadores pensarem em mudar de nome tenho uma sugestão: Santa Paciência.
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:12
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Pensamentos e notas do fim de semana

 
GQ
A opção de viver sem dinheiro para poder viver a escrever faz com que seja tão simples dar-me uma prenda como a minha mulher oferecer-me a GQ de Setembro. Gostei. Poucas gajas e muita leitura, prefiro assim.
 
 
O Rádio Clube Português vai ganhando pontos
Na TSF acabou o "Mais tarde ou mais cedo" e o horário 14-16.30 passou a ser "enchido" com música. A Antena1 dá o mesmo tratamento às suas tardes.
Enquanto isso o RCP vai-se afirmando, mais que não fosse por exclusão de partes, como a única estação de Palavra. Mas não é por excepção à regra. Há aposta em nomes novos ao lado de consagrados, um Fernando Correia no desporto. Há programação de fim de semana, já com saudades da Maria de Vasconcelos vou adorando a Célia Bernardo que desde os tempos da Best com o Pedro Ribeiro me parecia ser talhada para rádio, há tardes, agora com blogues e nomes muito bem escolhidos, minha opinião.
Houve o (não) detalhe de ser a única rádio que não "foi de férias".
Grão a grão...
 
 
Detesto
Anúncios de rádio que são apenas o áudio do anúncio de TV. Sem o suporte da imagem, raramente funcionam, mais das vezes ficam imperceptíveis. Obviamente.
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:19
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Domingo, 14 de Setembro de 2008

Porqué no se callan?

 
Ir a Espanha não faz bem. Melhor dizendo, ir a Espanha faz bem, regressar é que não faz nada bem. Vê-se um Telediário e fica-se com vontade de ser espanhol. Crise? Qual crise? A crise deles e bem melhor que a nossa alegada prosperidade. Vê-se um Telejornal e,

Mais uma mega operação stop em Sesimbra. Caramba, eu que sou pexito sei que se há terra segura em Portugal é Sesimbra e se há falta de agentes e meios, de onde vêm tantos polícias para operações stop em localidades tão perigosas como Sesimbra ou Reguengos de Monsaraz? Ou será porque é mais fácil chatear duas centenas de condutores e emigrantes ilegais do que ir onde se traficam armas, drogas, pessoas? Ou temos que nos resignar ao facto de que a nossa polícia não dá para mais que operações stop?,
Uma feira de ourivesaria onde não há ouro porque não há ourives que arrisque sair à rua com o dito,
Depos, um Parque Natural com primeiro ministro e presidente e pompa e residentes queixando-se de o mesmo parque lhes ter imposto tantas restrições que lhes retira o pouco sustento que a terra lhe da(va) e vigilantes que são dez queixando-se que deveriam ser pelo menos vinte,
Verdadeiro ou empolado sentimento que é real de insegurança generalizada,
Combustíveis que não descem para os preços a que estavam quando o barril de petróleo estava abaixo dos 100 dólares,
e...

e desliguei a televisão que o almoço já me estava a cair mal, a praia da perigosíssima Sesimbra chama por mim e fico só a pensar... como é que eu consigo fazer humor vivendo neste país? E explico-me que é por isto que não vejo televisão e não faço humor sobre actualidade. É que nem para humor negro. Não gosto de brincar com coisas deprimentes.
 

publicado por joao moreira de sá às 13:43
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Domingo, 7 de Setembro de 2008

Pensamento de fim de semana

 

A capa de que se fala
Miguel Esteves Cardoso é genial. Por o ter nessa consideração não sinto a necessidade de endeusar tudo o que faz.
Não tenho dúvidas de que vou gostar de cada duas junções de palavras do livro, gosto do título mas ao contrário do que parece ser obrigatório, não gosto da capa. Mais, penso que a intenção era fazer uma capa para não se gostar, mas se o MEC faz uma capa de que não se goste e cai no "isto é tão mau. Genial!", deve ser uma grande desilusão para o Sr. Cardoso. Eu, que não gosto de desiludir os meus ídolos declaro (intelectualmente suicida) que não gosto da capa, é feia. Parabéns Miguel.
 
 
Modéstia à parte
"desde que me paguem, até epitáfios escrevo"
A. de C.
 
Pensamento
O livro só tem sentido quando chega ao leitor.
Mentira. O livro é puro egoísmo. Tem sentido quando seguramos o primeiro exemplar na mão. Nasceu.
 
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publicado por joao moreira de sá às 10:13
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

Notas do fim de semana

 

Manjares
Este livro são dois livros. Um é de culinária, destinado às pessoas que queiram descobrir as coisas simples que um pai e marido cria em casa, sem chefs, sem ingredientes impossíveis de encontrar.
O outro livro tem de culinária apenas o tema, mas é um livro de humor, para ser lido apenas, mesmo por quem ou, sobretudo por quem, não tenha a mínima intenção de sequer cozer um ovo.
Como todos os livros de autores cujos nomes não terminem em Dos Santos, Carreira, Tavares, Lopes, Pinto, Salgado, ou que nunca tenha aparecido na tv ou nas revistas e não tenha conhecimentos no "meio" para garantir a promoção mediática, rápida, se ao fim de um mês não vende é devolvido - há tanta coisa a ser editada que não há espaço para que um livro viva numa livraria mais que míseros trinta dias de oportunidade para ser comprado. Depois restam as encomendas online.
Mas no meio de tanta coisa que (in?)felizmente se pública, eu penso que se edita pouco humor. Tentei contribuir para que 13 euros valessem o seu p€so em horas de leitura bem disposta. São 4 maços de tabaco... Hoje tenho pena de não ter sido puta e escrito um livro sobre isso.
 
 
Big Nokia is watching you?
1984 é afinal uma metáfora sobre o telemóvel.
Mas Orwell teve uma falha, não "previu" Portugal, porque pior que "big brother is watching you" é "you're being watched but there is no brother, big or small, controlling anything". Vá lá que acertou na parte do Triunfo dos Porcos...
 
 
Estranho país este
- Uma Água das Pedras fria, se faz favor.
- Ela não está muito fria. Sabe, nesta altura do ano sai muito, nunca chega a ficar fria.
 
Eu acredito, mas se nesta altura do ano sai muito, não seria de entrar também muito, na zona que "fria" as bebidas? Aumentar - que no caso é diminuir - o funcionamento da máquina para que as bebidas "friem" mais depressa? Não, pois não? Aumenta a conta da electricidade... assim apenas diminuem as vendas, que não é factor tão tangível como e factura da EDP.
É um bocado como a quase clássica "está esgotado. Sai muito" que no verão se dá mais ao nível do gelado, "o Corneto de Chocolate está esgotado, sai muito". Sim, encomendem mais!
 
 
Curiosos paradoxos
O site da Casa Fernando Pessoa é absolutamente kafkiano.
 
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publicado por joao moreira de sá às 07:16
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Domingo, 24 de Agosto de 2008

Pensamentos do fim de semana

 

Isto dos Direitos de Autor é uma chatice
Quando me dizem que uma piadola minha, no caso aquela do “Tenho um amigo que gosta tanto de Israel que a Telavive” entrou em “chain-mail e saiu nim jornal (não sei qual, ninguém me perguntou nada), não sei se me sinta honrado ou chateado. Fui eu que inventei aquilo... mas ninguém sabe.
 
 
Pssst!
Ó senhores da ASAE, e que tal um pulinho à Decathlon para apreender as pranchas de Skimming? É que eu queria chegar ao fim do verão com os tornozelos inteir... não, isso já não estão, com os pés e as pernas juntos.
(senhores da Decathlon, o problema não é vosso, é dos paizinhos e de quem não obriga os concessionários a criar zonas para desporto na praia, mas que aquilo dói, dói).

 

 
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publicado por joao moreira de sá às 08:59
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Nada como o verão

 
O título saiu em forma involuntária de trocadilho mas a intenção não é humorística mas sim uma reflexão sobre os deleites da época estival, das férias, do sair da rotina e viver a liberdade relaxante da praia, que como se sabe é bicho que só dá à costa em Agosto pelo que há que aproveitar.
 
Sabe bem o acordar sem o som do despertador, o barulho das obras às oito da manhã é tão mais agradável. Depois o prazer do não trabalhar... logo que estejam feitas as sandes para a praia, recolhidas e arrumadas as toalhas e os fatos de banho que passámos por água "doce" (esta nunca percebi. A outra é mesmo salgada) na noite anterior a horas a que já devíamos estar a jantar e por causa disso acabámos por jantar tardíssimo e por causa disso deitá-mo-nos ainda mais tardíssimo porque para mais são férias não há horas de ir para a cama e como acordámos às oito estamos cheios de sono mas entretanto são horas de ir para a praia.
 
E não há dúvida que se há sítio onde se relaxa é na praia. É exactamente por isso que para lá vai tanta gente, de tal forma que me admira que a ASAE ainda não tenha descoberto a mina de ouro que seria começar a multar por excesso de lotação. A sensação única de estar estendido sobre a areia quente - um ou outro dia está - logo que conseguimos sair de casa após todos terem posto protector solar factor 842, colocado os óculos de protecção contra raios ultra-violeta e se possível também raios lazer, raios X e raios e coriscos, colocado o chapéu, turbante ou de preferência burka, aguentar a bicha para chegar, procurar e encontrar um lugar mais perto do sítio de onde viemos do que daquele para onde vamos, pago a 2 euros à hora, colocarmos finalmente os pés na areia eventualmente quentita e depois de percorrermos toda a praia de ponta a ponta sem encontrar espaço suficiente para espetar o chapéu sem trespassar carne humana lá acabamos por alugar um pedaço de sombra por 10 euros para meio dia, eis-nos finalmente tranquilos na nossa toalhinha, prontos para uma soneca ao sol, em certos dias, adormecendo ao som tranquilizador de dezenas de raquetes a bater noutras tantas dezenas de bolas que mais tarde ou mais cedo nos acertam, na cabeça, sempre na cabeça, quando estamos quase a adormecer, mas não faz mal porque entretanto a maré subiu e como cada vez há menos areia invadiu os todos, encharcou tudo e pôs toda a praia em alvoroço, o melhor mesmo é ir tomar uma banhoca, depois de conseguir fugir às bolas de voley e salvar as canelas das pranchas de skimming, mas afinal a água está interditada porque foi detectada uma bactéria, diferente da de ontem e então lá temos que voltar para a toalha, que já é a única coisa que nos resta porque tudo o mais foi roubado aproveitando a confusão gerada pela subida da água e como as chaves do carro também foram à vida o melhor é ligar para a seguradora - de uma cabine porque o telemóvel também foi - e ir para o carro, não vá ser roubado, e esperar pelo reboque que ainda vai demorar porque estão outras centenas de automobilistas na mesma situação e não há recortes que cheguem.
 
E quando por fim, chegados a casa que lá apareceu um reboque e um táxi que se recusava a transportar pessoas com areia, estendidos fatos de banho e toalhas, arrumadas as comidas, caixas, lancheira, cantil, feito o jantar e já quase é amanhã nos sentamos no sofá percebemos então o porque de durante onze meses ansiarmos por este descanso de Agosto.

 


publicado por joao moreira de sá às 06:58
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Duvida electrizante

  

Os trabalhadores da EDP terão maior risco de sofrer de quebras de tensão?
 
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publicado por joao moreira de sá às 08:28
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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Notas do fim de semana

 
E se o Arcebispo passasse a livro?
(Dava uma boa prenda de Natal?)
 
 
 
Um dos motivos porque gosto de ler biografias é por não terem suspense nenhum.
 
 
 
Há coisas na “banca”, ou nos bancos, como nós lhes chamamos, que eu acho tão fantásticas que mereciam um anúncio com aquelas meninas pré-eróticas que desapareceram da tv. Uma delas é o que eles chamam de “Comissão de Resgate”, que aplicam, por exemplo, no crédito à habitação (presumo que em todos, mas feliz ou infelizmente não possuo outras experiências). Só o nome já me deixa baralhado, o despudor com que eles assumem o facto de eu ser e estar cativo (termo mais que apropriado ao contexto) da instituição bancária e se quiser “libertar-me” tenho que pagar um resgate. Eu posso estar enganado, mas ter algo sob sequestro e pedir pela sua libertação um resgate chama-se sequestro e é crime. Na “banca”, aparente e efectivamente, não.
 
A outra são as imaginativas Despesas de Manutenção (e demais “custos” que surgem sob diversos nomes). A parvoíce começa no facto de os bancos apenas cobrarem “despesas de manutenção” aos clientes cujas contas de facto não dão trabalho a manter por terem um baixo volume de movimentos, ao contrário das mais abastadas e movimentadas, que pela lógica dão mais trabalho mas que não pagam despesas de manutenção. No mínimo, se não há democracia, comiam todos! Mas a coisa vai ao cumulo quando um qualquer banco, imaginário, chamemos-lhe BBVA, tem um cliente, chamemos-lhe, eu, que tem, por exemplo, 30 euros numa conta que em tempos foi uma conta ordenado mas que agora não serve para nada. Devido a não ter multibanco ou cheques, essa conta deixa de me interessar por para “movimentar” esses 30 euros pago logo 8 por um cheque ao balcão. E não tenho cheques ou multibanco porque essa suposta instituição bancária não mos fornece devido ao facto de o saldo médio ser baixo, tão baixo que não me dá para pagar a anuidade do cartão que eles querem que eu tenha para usar aquele banco. Parece coisa de loucos e uma pessoa perde-se mas tentem acompanhar-me. Enquanto andamos nisto, o banco todos os meses emite um extracto bancário – apesar de me ter dado acesso a consultá-lo pela net – e cobra-me esse envio, porquê três ou quatro vezes o valor do selo? pois não sei porque supostamente as despesas administrativas do envio da carta deviam estar incluídas nas “despesas de manutenção” que são o único movimento que consta daquele extracto mensal. Paragrafemos para uma pausa.
 
Temos então que, mês a mês, sem que eu faça absolutamente nada, sem que eu dê qualquer trabalhinho àquele banco, os meus 30 euros vão diminuindo. Até que um dia desaparecem, a coisa chega ao 0. Na minha cabeça retrógrada, um banco uma instituição onde colocamos o nosso dinheiro para ele ficar em segurança, por oposição ao velho uso do colchão que não sei se não haverá gente a repensar. E na minha cabeça, esse dinheiro que nós lá colocamos seria sempre nosso. Despesas de manutenção e demais custos, sim, mas sobre os lucros, o adicional, a vantagem que o facto de ter o dinheiro no banco representa. Mas os meus 30 euros seriam sempre meus. Porque não sendo essa a lógica, se chegando a conta a 0 qualquer banco nos diz que não vale a pena fechar a conta porque já está “a zeros”, continuando a haver conta, continuando a não haver movimentos, continua, pela mesma lógica, a haver custos administrativos, logo, lugar a despesas de manutenção. O que faz com que, se o banco quiser, aparentemente nada o impeça de vir a dizer que lhes devo dinheiro... de “despesas de manutenção”.
 
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publicado por joao moreira de sá às 07:00
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Domingo, 13 de Julho de 2008

Vulnerável

 
Hoje apetecia-me sentir-me liricamente assim. Sinto-me só melódicamente assim.
 
 

(há um litch tão saboroso...)

 


publicado por joao moreira de sá às 14:15
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