Há tempos travei conversa blogal com um pseudo-culto jovem a quem, achando-o limitado no seu Luís Pacheco, aconselhei Machado de Assis. O pseudo, após ter alegadamente lido algo, aconselhei Brás Cubas mas não especificou qual tinha efectivado, se de todo o fez, classificou Machado de menor, banal, cordel.
Nada me admirava que agora que Machado de Assis é oficialmente bom - coisa que acontece quando se nasceu há 150 anos - o pachequiano pseudo louve publicamente a genialidade do grande Machado de Castro.
(Ó pseudo, se leres isto, lembra-te que não tenho por ti qualquer consideração. Deixa lá os teus comentários de desprezo mas não esperes resposta.)
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